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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

te escrevo


escreveme. e as suas palavras sao silencios. das vezes que é colorido mas sem formas.
flutua apenas na escuridão das minhas retinas desgastadas, que já se acostumaram de sofrer.
eu ando capengando de uma das pernas, e me perco na escada que da no ceu (?) ondinhas ~~~~~~~~~~~~ no ontem o tempo era menos delirante.
eu vejo seus olhos = olhos que enxergam. subscrevo: nunca nos veremos com vistas cansadas: mesmo sem nos conhecermos somos amantes: de dizeres que non cabem no dizer cotidiano: simples assin

7 dezembro 2007
img: mariana abasolo

misplacement


dias vazios noite inteira.
das vezes que era de voar mas nunca mais pintouse dessas colores.... de voar.
se fosse de sentir, havia entao um buraco muito grande afundando no peito. .. . .. ... .
tanta dor.. . .. .
que se era de pensar em sentila, ja haveria caido.

ca em cima, os ojos estao vazando lamurias salgadinhas . .
. .
. .
. .

que os passaros nao sofram, entao
e ainda é agosto


3 julho 2007
img: mel kadel

lavalavalava

se nunca dissesse para mim que era, saberia jamais ter sido ton querente.
digo assin: das janelas que sempre hão de ser fechadas, abrireite pormenores secretos de vãs alegrias de pedra.
e digo mais: reticenssas.........
que elas dizem o sem-dizer parado há alguns centímetros da goela indizente.
amote, e esperote nas rotas dos meus pezínios.
sem mais................... ;


5 abril 2007

segunda-feira, 8 de janeiro de 2007

assin


jaz q aqui dentro sinto o calor,um calor outro,pois com o tempo,e mais uma virada q me impacta,estou fora do calor de todo.mas,non q desconhesso,pois o q conhesso agora eh uma outra ladeira,uma outra dobra de onde aprendi a ser-me.q me deu as varandas a absorver e querer sentir o q eh ser-se.a terceira pessoa do singular,de unicidade,insubstituivel,voce,vc,ce.

muamua_marcos leandro

quinta-feira, 21 de dezembro de 2006

li



ainda non reli.
talvez.me faltou um tanto de atensson momentaneo.massive attack me acompanhava.esse sombrear de um pesadelo foi massivo.foi ton ataque.
como toneladas de sementes de uma flor de cor impossivel a ser produzida pela natureza de fora alem do corpo humano.
e dali,do viril,surgiu uma negra rosa(por q uma rosa non pode ser negra,sendo ela rosa,cor-de-rosa?).negra rosa eh a calcinha q eu queria usar.
onde non mancharia de sangua minha non mais virgem pontualidade de produzir fluidos de desejos contidos.
mas um desgue de orgasmo.um orgasmo entendido.
ou cantos subliminares em coro no fondo do seu sonho.q non pude atingir.
ou estive la sem saber.ja q me esta sendo dificil lembrar deles.talvez seja o cheiro.talvez seja o chon q non me sustenta.insisti em non mais viver na realidade.tomei por prol todos os suportes por mais limitados q me possam ser.e extravazar a capacidade do manuseio puro das maos e qualquer suporte.ou o teclado da japolandia non me incita a ter um dialogo proprio adaptativo?
ou eu ja non me esqueci de toda e qualquer lingugem comum de termos eretos de contato nitido?

talvez-talvez eu queira colorir o meu mondo,como so eu e mais quem quiser participar podermos colorir.
e nele fazer tra-la-la juntos.
tudo me aprece ton fechado...q abrir ja eh mais simples do q ainda pensar em abri-lo.

amarelo.manga.veron.manga eh caro.enton como manga.chupo banana...me visto amarelo nos olhos e na pele.e puxo a reflexon afora como eu decidir.eu posso...e pq non poderia?
por q alguem ve e diz q o q me eh non eh pq ela ve?
e precisa ver?...
se nos sonhos voce sente?...as cores,transporem qualquer sentido.

muamua.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

mua mua


descasco-me os dedos das manos e dos peis.
evaso.
troco de pele,depois de ataques de internidade.destruisson de coisa velha.
remanescencia de promiscuas restitulas.
novas manos,novos pies...novas patas pra agarrar quem quer.
-me.
e tudo o passar fez parte de uma neurvosidade de eu q queria mas ainda non podia,mas o tempo passaria sem q quisesse mais...
e se demoraste o principe morreria sentado no trono de dona maria,
sua madre,
sua senhoria,voz de cartanaz
cartaz feito por designer tenaz...
colante na aprede do teto do seu antebrasso,pra q se lmebrasse todo dia q non se podes ir,
sem saber como rir,
sozinho como todos...
mas principe ainda vez de rez,ja non es mais,depois q virou princesa
e o macho esculacho non bateu na bonda fazendo schulept!
wwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwww
wwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwww
wwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwww
wwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwww
suas cores foram despintadas,por momentos memorias apagadas...
seu desespero pra dentro era maior...pois uma veiz teria
medo de ser gente.
gente como qualquer gente q vai ao hospital e espera em fila rente...por horas a porta
de se deitar alocinado por medo de ter q ter...
e non ser.
passou.
inseto passou.
e dexou bonda de vaca no pasto ilesa.
as o-velhas pularam a cerca e dexaram vaca com as abelhas.
q conversavam sobre o destinatario do dol depois de amarelo seria preto como pinta de veia.
l=l=l=l=l=l=l=l=l=l=l=l=l=l=l=l=P=l=l=l=l=
u.............
....................................................................................................................................................................lou a cerca enton a vaca.
non por q traia.
mas por q queria chegar ao seu beim.
e entendeu q a nuvem q cobria a sombra de onde pularia non eras mal...
mas era alguem...
q mostrava o poim-poim de seu coice-pulativo,atingir alguem?
nuvem tava em cima...mas quem disse q vaca estava mesmo no chon de alguem?
ninguem.
q non faz beim.
eh beim vindo.
entonzes sarapuca-sarava fua-fua
sentir o corasson bater dentro,machuca alguem?
e cabessola q se sente assim,ton querente,e crias sua coisalia,
se desocupas de produzir beins?
perguntas demais pra quem ja fois gnomo,duende,fadinha,duente.
depois da onda de onde veins...
sempre volta mais forte.
voce mesmo.
seu beim.
fum
a
(com c---)s
(---cedilha,non eh fumassa expressa,q neim cafe gostoso de manhazinha)s
a
x
x
x
esqueci de tanta coisa e coiso.mas coisas e coisos non se esquecem de mim.
pinga ni mim!
sejas o q for tudo isso q non sei mas q afim...
ainda non eh o fim.

eu te quero pra mim.
sim.
poeta q no sabe mais o alfabeto de quem sabe alfabetar...
mas erradia sua verborreia...pois assim veio a ser,estar.
te tenho carinho indivisivel.
assim-assim

q fazes carinho carolin
da?
em cima do morrin?

muamua
veim soh de mouuuuuu-im.